MINHA NOVELA DAS ONZE - SEGUNDA PARTE

Quando cheguei em casa, à noite, notei que aparentemente tinha cocô de passarinho na minha cama. Aparentemente tinha cocô de passarinho no chão do quarto. Até que ouço um barulho vindo do banheiro. Quando me aproximo, um pássaro, maior que um pardal e menor que uma pomba, preto meio azulado, sai voando em direção à janela e vai embora. Enquanto ele voava, eu tive um ataque de homossexualismo e gritei o mais alto que pude, sacudindo os braços. A porta do banheiro, toda cagada. Provavelmente o bicho entrou no apartamento pela manhã, antes de eu fechar a janela do quarto e ir trabalhar. E assim encerramos mais uma noite no condon-mínio. Boa noite!

9 comments:

Jackson Morais said...

Imagino a cena de ataque... ih ih ih... Sorry for laughing.
;-)

Anonymous said...

Como diria a Odete Roitman (by Las Bibas from Vizcaya): Tá toda cagada!!!


http://www.youtube.com/watch?v=lhS-kE4gfcs

Anonymous said...

adoro seus ataques de homossexualismo. adoro.
haja hitch
;-)

Marcelo said...

Ai que meda!!!
O Sebastião pegou uma corruira em janeiro, quase morri, mas quem morreu foi o passarinho, coitado!

Rodrigo said...

queria ter visto, juro.

Jackson Morais said...

Grava e põe no youtube? Com aquele passarinho, de 1,99, que fica rodando pendurado só pelo bico? Please...
;-)

John said...

rárárá, vocês não tem loção do susto que eu levei. e pra dormir? e o medo de ter outro passarinho escondido?

Marcelo said...

essa coisa de esconder passarinho deixa a gente acordado

Jackson Morais said...

Zorra totaaaaaaaaaal!

Faz Jo-Jo, faz a dancinha do passarinho cagão? Faz Jo-Jo... Faz Jo-Jo...

Marcelo, no creo per te...

Faz Jo-Jo...

;-)